segunda-feira, novembro 06, 2006

O primeiro ano de mandato

O tempo passa e é sempre interessante voltar a lembrar o que se disse e ficou escrito. Com salgueiro, lembrar o que ele diz não é suficiente, tem mesmo de ficar escrito. As entrevistas que gosta de dar devem ser guardadas para mais tarde recordar. Pela boca morre o peixe.
O ano foi profícuo em broncas e logo
desde a primeira hora ele foi-se dando a conhecer aos seus colegas autarcas. Com poucas semanas de mandato, começou a ser desmentido em público.
O seu discurso de toda a campanha e de início de mandato tropeçou noutro
desmentido.
No dia certo celebrou a sua melhor
arma.
As
estranhas coincidências foram uma constante.
O seu vice também passou o ano a cortar no supérfluo. De
tostão em tostão se desperdiça um milhão.
Depois de tanto gritar que as finanças estavam tortas,
venham os empréstimos, a solução para todos os males. Só faltam passarem no Tribunal de Contas.
As questões de fundo foram lidadas com diplomacia e considerando os
seus aspecto mais importantes. Houve novamente quem o desmentisse mas ninguém notou.
O arranque do ano escolar foi em beleza e
sem sobressaltos.
E com um ano passado as coisas lá vão andando dentro do
que nos habituou.