terça-feira, novembro 28, 2006

Olá aos novos visitantes

Parece que o Região de Leiria, jornal tido como sério, anda a encher as suas páginas com boatos e conspirações. Não que tais iniquidades sejam da autoria dos seus jornalistas, mas se publica o endereço do cilício, indirectamente está a promover os seus textos.
O que é certo, é que o número de visitas aumentou. Durante o fim de semana o blog é menos procurado, o que neste último não aconteceu. O autor do blog estima que a regular diminuição do número de visitas durante o fim de semana esteja relacionada com o encerramento da Câmara Municipal de Porto de Mós nesses dias. Mas é apenas uma suposição.
E de que melhor forma se podem receber os primeiros visitantes senão com umas amostras do que por aqui se tem teclado?
Então aqui vai.

Sobre a
identidade do autor.
Sobre a
elevação da argumentação que tem proporcionado (ler comentários).
Sobre o nosso
Presidente da Câmara (sobre o seu intrincado percurso político e carácter pessoal outros textos foram escritos, fica apenas um dos seus momentos mais mediáticos, a peregrinação a Fátima depois da dificil vitória, noticiada nas televisões em prime time). Em adenda são também convidados a visitar um outro blog de uma senhora que também de debruçou sobre o fenómeno salgueiro.
Ao todo e contando com este já lá vão 262 textos. Dois teclados já foram para a sucata, tão corroídas de tanta enzima ácida segregada.

quinta-feira, novembro 23, 2006

Mais alguém já notou

O pensarPM, ex-bastião do salgueirismo na blogosfera, vai-se tornando pouco a pouco num blog credível. O cilício avisa que nunca o será.

Partindo do mote de uma busca no Google, deixa transparecer que o pomo da discórdia dentro do PS sobre a gestão salgueirista anda à volta do exagerado protagonismo do ‘contabilista’. Se dúvidas houver leiam bem o título.

sexta-feira, novembro 17, 2006

Há guerra na capoeira?

Parece que depois de alguns rumores, alguma coisa se passa entre PS de Porto de Mós e o executivo.
O PS concelhio quer pôr mão nos seus escolhidos e os escolhidos não lhe reconhecem autoridade para isso. Zangam-se as comadres... vamos ver até onde isto vai.
Após um ano de mandato e segundo o que foi dito há poucos dias n’O Portomosense, o PS estava satisfeito com a governação salgueirista. Poucos dias depois e após algumas fugas de informação de dentro da concelhia, surge a primeira prova que oficialmente confirma a zanga.
Para salgueiro, já o conhecemos, a distância entre o pacto de sangue e a ruptura total é muito pequena. Resta saber se a viagem inversa é igualmente fácil de fazer.
Para o PS de Porto de Mós, que após tantos anos pensava que finalmente teria voto na matéria... ainda não será desta. Ou será?

segunda-feira, novembro 13, 2006

A Autoridade

Ora aí temos uma boa deixa para falar sobre a autoridade.
Num ambiente de liderança sólida e saudável a autoridade não é imposta mas sim reconhecida.
Já todos nos deparamos com foliões fardados de polícias por alturas do Carnaval, e certamente que nessa quadra já alguns polícias foram desrespeitados por cidadãos que os tomaram por foliões.
Da mesma maneira, quem temos à frente da Câmara Municipal são pessoas disfarçadas de líderes.
Como a liderança não é sólida, por falta de credibilidade e acima de tudo da grandeza que só os líderes têm, também não reconhecida. Não é inata.
Os sintomas de falta de autoridade são as conversas pelas costas, as risotas depois da porta se fechar, a chacota geral em que os visados nunca estão presentes, entre muitas outras manifestações.
Por terem consciência que a autoridade que têm não lhes é reconhecida espontaneamente, de vez em quando, como se de uma cerimónia se tratasse, têm de ritualizar a autoridade imposta. Nesta liturgia celebrada em alta voz, mais que o que é dito, importam as mensagens subliminares dirigidas aos visados e aos presentes não directamente visados. Mas a mensagem mais importante é para si próprios. O protocolo do ‘dar nas orelhas’ serve acima de tudo para inflamar a consciência de si próprio do seu protagonista.
Como quem tenta colar uma peça de cristal com fita cola, por vezes estes episódios são seguidos de um sentido e profundo pedido de desculpas. Quem o pede, só o faz por ter consciência que partiu o cristal e quem o ouve pode até garantir que este ficou bem colado. Mas sabemos bem que o cristal partido não tem reparação. Não são as primeiras fracturas e com o tempo outras peças serão fracturadas e pouco a pouco, haverá mais fita cola que o cristal.
Há uma expressão popular adequada: estalou o verniz. São nestas cerimónias que se vê o que está para além daquilo que querem aparentar. E que feios são sem estarem envernizados. E depois próxima camada, haverá certamente alguém que ache, que ainda ficaram mais feios.
É isto que temos à frente da Câmara Municipal.
Em próximas eleições autárquicas, quando os virmos a distribuir apertos de mãos e sorrisos nas saídas de missa, lembremo-nos destes episódios.

quinta-feira, novembro 09, 2006

Sobre o pensarPM e os trolls

Aqui não será feita uma dissertação sobre os bastidores do cilício.
Quem acompanha este blog desde o início, sabe que o seu objectivo é lançar o debate sobre temas que a todos dizem respeito e aprecia que todos tenham opinião sobre a actualidade.
O cilício não assume a identidade por não ter quaisquer ambições políticas, aceita que outros as tenham, mas não as tendo não pretende estabelecer quaisquer relações de confiança sólidas.
Segundo a muito esmerada classificação que apresenta dos blogs anónimos, fica a questão se haverá apenas desprezo pela linha editorial do cilício, ou ainda existirão ressentimentos por ter
opinado sobre a questão dos dinheiros do Parque Eólico do Alqueidão da Serra? E este é um assunto que ainda não foi resolvido ao gosto do dr. sarmento e da sua comitiva. De certo que o pensarPM não representa interesses locais. Foi apenas por coincidência esse assunto já ter sido abordado.
Sobre essa questão, o que fica para a história é salgueiro a garantir que resolvia o assunto ao gosto da população do Alqueidão da Serra, mas tendo-se esquecido de pedir autorização prévia a albino januário.
O cilício não apoiou ninguém para depois cobrar promessas e por isso não foi enganado. Haverá alguém que se esteja a começar a sentir que foi enganado? (O que está entre parênteses ninguém lê: Esta pergunta deve ajuda-lo a conseguir o que pretende para a sua freguesia).
Devemos analisar cada blog no seio do ambiente em que se encontra? Como podemos caracterizar o ‘nosso‘ ambiente?
A opinião pública portomosense é coscuvilheira. Os actuais detentores do poder gostam de saber coscuvilhices e fazem coscuvilhices. Preocupam-se mais com o que se diz na rua ou na internet, do que com o que o Moita Flores anda a fazer. Enquanto lêem blogs os outros ficam com a Fundação Nacional da Pedra. Podem dizer que passam muitas horas ao serviço do Município, mas os resultados, ou melhor os bons resultados, tardam em aparecer.
O cilício aceita ser classificado de miserável e mas não será mais que um espelho das misérias do concelho.
Porto de Mós é realmente uma terra em que, uns mais que outros, todos apreciam uma novidade escaldante sobre fulano ou sobre a filha de sicrano. É a comunidade que temos. Este detalhe é um indicador da muito limitada urbanidade do concelho. O tecido social, económico, cultural é muito rural e não permite mais do que isso, o que terá algumas vantagens relativamente à realidade vivida em cidades, mas é sempre uma limitação de modernidade. Ao fim e ao cabo, o país todo sofre, apesar de heterogeneamente, deste problema que ganha outra expressão quando comparado com outros países.
O desempenho dos media, nomeadamente nos conteúdos que produzem, são também um indicador do nível cultural do seu mercado. O debate do ovo e da galinha surge automaticamente questionando se os media serão responsáveis por limitarem a valorização cultural dos seus clientes ou se pelo contrário simplesmente se adaptam a eles e lhes mostram o que querem ver.
Quando o autor do cilício não gosta da programação televisiva, em que vê copiar o que de pior se faz no estrangeiro e se promove o voyerismo e os realitys shows, simplesmente muda de canal.
Será que também existe alguma estação troll na televisão portuguesa?
Sendo potencialmente nocivo para a comunidade e como tal, não querendo ser exemplo para ninguém, o cilício convida a todos os leitores que não gostam de o ler, também a mudar de blog.
Mas a primeira dúvida ainda se mantém. Se a primeira regra de defesa da blogosfera honesta é “não alimentar os troll, ignorá-los, fazer de conta que não existem” porquê fazer dos blogs anónimos assunto?

segunda-feira, novembro 06, 2006

O primeiro ano de mandato

O tempo passa e é sempre interessante voltar a lembrar o que se disse e ficou escrito. Com salgueiro, lembrar o que ele diz não é suficiente, tem mesmo de ficar escrito. As entrevistas que gosta de dar devem ser guardadas para mais tarde recordar. Pela boca morre o peixe.
O ano foi profícuo em broncas e logo
desde a primeira hora ele foi-se dando a conhecer aos seus colegas autarcas. Com poucas semanas de mandato, começou a ser desmentido em público.
O seu discurso de toda a campanha e de início de mandato tropeçou noutro
desmentido.
No dia certo celebrou a sua melhor
arma.
As
estranhas coincidências foram uma constante.
O seu vice também passou o ano a cortar no supérfluo. De
tostão em tostão se desperdiça um milhão.
Depois de tanto gritar que as finanças estavam tortas,
venham os empréstimos, a solução para todos os males. Só faltam passarem no Tribunal de Contas.
As questões de fundo foram lidadas com diplomacia e considerando os
seus aspecto mais importantes. Houve novamente quem o desmentisse mas ninguém notou.
O arranque do ano escolar foi em beleza e
sem sobressaltos.
E com um ano passado as coisas lá vão andando dentro do
que nos habituou.

domingo, novembro 05, 2006

blogosfera portomosense de vento em popa

A blogosfera portomosense continua a aumentar mas ainda está para chegar quem escreva a elogiar salgueiro. Parece que agora a coisa assumiu outras proporções. Bem hajam.