sexta-feira, setembro 22, 2006

more excrement of the clever minds

Depois de mais uma argolada da rapaziada, o arranque das aulas de inglês em Porto de Mós está inquinado.
Após mais um concurso público da era salgueiro, este serviço foi atribuído a uma empresa do concelho. Pelo que se seguiu é fácil de entender que o executivo ao tomar esta decisão estava distraído.
Logo que se recompôs, mudou de opinião e entendeu que afinal quem deveria ganhar o concurso era a Associação Desportiva Portomosense.
joão salgueiro, Presidente da Câmara, Presidente da Assembleia Geral da Associação Desportiva Portomosense e membro da Comissão Administrativa da mesma ADP, terá entendido que afinal quem reunia as melhores condições era esta Associação e a empresa teria de compreender.
Ele financia, ele executa e ele controla a execução de tudo quanto se passa na ADP. É realmente um homem orquestra.
Parece que quem não gostou da música foi a empresa que terá avançado com um processo judicial contra a Câmara Municipal.
Até que os tribunais decidam, o executivo que nunca é apanhado com as ‘calças na mão’ já providenciou a compra de cassetes com cursos rápidos de inglês para entregar a todos os alunos.
As crianças que já não tenham leitor de cassetes em casa poderão ouvir as cassetes no autorádio do Bibliomóvel que correrá todas as escolas durante o horário em que deveriam estar na aula de inglês.
A novela continua. Não perca as cenas do próximo episódio.

1 Comments:

At 3:11 da tarde, Blogger cilicio said...

Consciente da trapalhada, salgueiro já se pôs ao fresco.
Na imprensa regional, diz que esse é um assunto da responsabilidade do vereador Rui Neves e que nada tem a ver com o desenrolar desta novela. Desta forma recusa-se em assumir a responsabilidade da delegação de competências.
Se o trabalho está a ser bem feito, continua. Se não está, alguém está a mais.
salgueiro não pode dizer que não sabe de nada sacudindo a água do capote.
A sua lista foi eleborada por ele e as competências de cada vereador foram atribuidas por ele.

Se nada fizer, solidariza-se com o vereador Neves e assume assim a sua quota parte do erro. Nesse caso só fica a faltar uma cabal explicação pública do episódio.
Se não quiser assumir o erro só tem uma saída... alguma cabeça terá de rolar.

 

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