terça-feira, setembro 26, 2006

A César o que é de César

Pela primeira vez desde a tomada de posse, o líder do executivo camarário exercerá as funções de Presidente da Câmara.
salgueiro está de férias e é o seu Vice que o substitui.

sexta-feira, setembro 22, 2006

more excrement of the clever minds

Depois de mais uma argolada da rapaziada, o arranque das aulas de inglês em Porto de Mós está inquinado.
Após mais um concurso público da era salgueiro, este serviço foi atribuído a uma empresa do concelho. Pelo que se seguiu é fácil de entender que o executivo ao tomar esta decisão estava distraído.
Logo que se recompôs, mudou de opinião e entendeu que afinal quem deveria ganhar o concurso era a Associação Desportiva Portomosense.
joão salgueiro, Presidente da Câmara, Presidente da Assembleia Geral da Associação Desportiva Portomosense e membro da Comissão Administrativa da mesma ADP, terá entendido que afinal quem reunia as melhores condições era esta Associação e a empresa teria de compreender.
Ele financia, ele executa e ele controla a execução de tudo quanto se passa na ADP. É realmente um homem orquestra.
Parece que quem não gostou da música foi a empresa que terá avançado com um processo judicial contra a Câmara Municipal.
Até que os tribunais decidam, o executivo que nunca é apanhado com as ‘calças na mão’ já providenciou a compra de cassetes com cursos rápidos de inglês para entregar a todos os alunos.
As crianças que já não tenham leitor de cassetes em casa poderão ouvir as cassetes no autorádio do Bibliomóvel que correrá todas as escolas durante o horário em que deveriam estar na aula de inglês.
A novela continua. Não perca as cenas do próximo episódio.

sexta-feira, setembro 01, 2006

Falta o ponto 7

Quem leu o último O Portomosense, deparou-se com um esclarecimento do Presidente da Câmara e seus vereadores do PS, que ocupava uma página de jornal quase completa.
Quem teve a pachorra de o começar a ler, terá reparado que talvez tivesse existido um repto na edição anterior.
Algum leitor, ainda com mais pachorra terá ido à procura da edição anterior deste jornal para procurar o motivo de tal resposta.
Se foi suficientemente metódico e se goza de boa visão, lá encontrou uma modesta caixa de 1/4 de página em letra pequenina sobre fundo cinzento.

Além da questão da diferença entre o tamanho do comunicado do PSD e o tamanho da resposta da rapaziada, que aos olhos dos observadores da ONU, seria rapidamente classificado como Uso de Força Desproporcionada, existe ainda um ou dois detalhes que importa reter.

Começar uma resposta desta natureza dizendo que “não gostaria de ocupar o seu tempo a procurar esclarecer uma qualquer comissão política partidária”, referindo-se desta forma respeitosa à oposição, é sem dúvida a melhor forma para negar um alegado ambiente anti-democrático na Assembleia Municipal.

O mesmo leitor que teve muita pachorra e que gozando de boa visão, tenha lido o comunicado do PSD e depois tenha voltado a ler a referida resposta, certamente que estranhará o facto do desmentido do Ministro das Obras Públicas, sobre terceiro trajecto fantasma inventada por salgueiro, não ter sido abordado.

Como o Executivo Municipal, que assina a resposta, logo no segundo parágrafo se propõe a “esclarecer com a verdade e a transparência habituais para que dúvidas não subsistam”, certamente que nessa resposta existirá um ponto 7, que só não terá sido publicado por absoluta falta de espaço editorial.

A próxima edição d'O Portomosense trará certamente o resto da resposta , “para que dúvidas não subsistam”.