quarta-feira, maio 31, 2006

Felgueiras de volta ao mapa mediático

Não, desta vez a protagonista não é a Fatinha Milagreira do Saco Azul...

Mas é isto que pode dar aos seus conterrâneos.

domingo, maio 28, 2006

O que um pai não faz por um filho...

Apesar de não ser utilizador da internet, salgueiro será posto ao corrente desta revelação.

Uma obra não prometida num cenário de aperto de cinto, seria sempre recebida com alguma estranheza. Mas todas as estranhezas se diluíram quando a ‘primeira-dama’ do concelho num deslize de frescura deu com a ‘língua nos dentes’ e revelou o propósito de tal obra.

Perante esta 'coincidência', salgueiro terá de fazer algo:

O cilicio aponta várias hipóteses:

1- Adiar o casamento pelo menos seis meses – Quando os noivos entrarem na Igreja de São Pedro o novo reboco e a repintada fachada já apresentará uma patine de alguns meses de exposição ao sol e o frio e já não dará um ar de serem os primeiros noivos a estrea-la.

2- Alterar o casamento para a Igreja de São João Baptista – Apesar de não ser tão central, o fotografo de serviço pode sempre enquadrar uma foto dos noivos com o Palácio dos Gorjões, com a placa e com a bandeira da Câmara Municipal como fundo.

3- Não convidar o vice presidente para assistir á cerimónia – Como esta obra não estava orçamentada, albino januário te-la-á ‘engolido’ como facto consumado. Se não participar na boda pode ser que não associe uma coisa à outra.

4- Mostrar a coragem de quem enfrenta ameaças de morte sem pestanejar e manter toda a programação como se os melhoramentos na Igreja custeados pelo erário público e a sua estreia para o casamento do seu mais velho, de uma coincidência se tratasse.

Embora menos frequente o cilício continua activo e acompanhará a cerimónia com a discrição habitual.

quinta-feira, maio 04, 2006

No poupar é que está o ganho!

Durante quase uma geração da vice-presidência salgueiro, qualquer utente que se dirigisse à Câmara Municipal e necessitasse de fotocópias, era só apanhar um qualquer funcionário bem disposto e o problema ficava resolvido.
Como o tempo dos abusos já lá vai, agora há que poupar moralizando.
De acordo com directivas delineadas pelo actual vice-presidente, cada fotocópia tirada a pedido do público, tem de ser imperativamente paga pelo próprio.
Dependendo da perspectiva, preferência ou repulsa para com o actual executivo, pode concordar-se ou não com esta medida.
Mas considerando que a cada fotocópia tirada para o público é emitido um documento de recibo pela Tesouraria, e quiçá realizado um pagamento de Multibanco para alguém que não esteja prevenido para pagar os cêntimos correspondentes, é fácil concluir em que direcção estamos a avançar...
Os fornecedores da Câmara Municipal que lhe vendem o papel e o toner, após o embate inicial do economicismo absoluto, já voltaram a respirar de alívio.

Assim sim, Albino!
No poupar é que está o ganho!