domingo, dezembro 04, 2005

Sobre a entrevista de joão salgueiro aO Portomosense

Qua passagens desta entrevista ficam na memória dos leitores?

- Não se filia no PS, por achar que muitos dos eleitores que o preferiram não eram PS.
O cilício concorda e acrescenta que muito do eleitorado tradicionalmente do PS também não terá votado nele.

- É ponto assente que não se voltará a candidatar pelo PSD, e também que não tem ambição de o fazer pelo PS.

Sobra-lhe apenas a candidatura como independente ou a não candidatura. O que será que os seus vereadores socialistas acham desta falta de ambição? Se calhar não se importam, porque eles próprios o que realmente queriam era a vitória. Para eles, como para salgueiro, o PS foi apenas o meio para atingir um fim. Será?

- Acha que por uma questão de idoneidade pessoal, Jorge Vala não levará por diante a ‘ameaças’ proferidas na tomada de posse.

Esquecendo-se que o PS é que é a oposição na AM e certamente imbuído de um precoce espírito natalício, salgueiro acha que o PSD se esqueceu das abundantes e irrealistas promessas que ele próprio fez...

- Diz que, ao contrário do que afirmam todos os rácios de endividamento dos municípios, a situação financeira da Câmara Municipal de Porto de Mós, já não era boa quando se demitiu do cargo de vice-presidente e que depois disso piorou bastante.

Perante este cenário catastrófico, certamente que nunca ousará apresentar nenhuma proposta de endividamento na AM...

- Afirma que não se preocupa se não cumprir 100% do prometido na campanha.

Qual a percentagem que o deixará satisfeito? E ao eleitorado?

2 Comments:

At 6:15 da tarde, Blogger O PACIENTE PORTUGUÊS said...

O facto do autarca de Porto de Mós não estar preocupado com o cumprimento das promessas que fez ao eleitorado, deve ser uma questão de solidariedade para com o Primeiro Ministro que,sistematicamente,vai faltando a tudo o que prometeu na campanha eleitoral.

 
At 6:53 da tarde, Blogger VR said...

A começar pelos impostos (foi preciso a encenação dramática Constâncio, caríssima, a justificar o salário que o actor rexcebe) e a terminar na criação de empregos, para o que vamor ter de esperat pela grande ejaculação da Ota. Resta a tanga do choque tecnológico, que vai passar pela colecta de impostos em banda larga, pela videovigilância dos malfadados condutores, pelo CU (cartão único, que por exemplo pertimirá popar imenso dinheiro nas urgências dos hospitais (não pagou o impostozinho não tem direito à cirurgiazinha...) e pelo cartão único automóvel, este já implementado, graças a desus, que era uma coisa em que toda a gente falava. Fazia imensa falta...

 

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