quinta-feira, março 31, 2005

REGIÃO DE LEIRIA – Pergunta da Semana

Concorda com a realização de referendos em simultâneo com eleições?

O Cilicio acredita na inteligência dos portugueses e na sua maturidade democrática.

Qual é o problema de votarmos em simultâneo e duas questões diferentes? O Cilicio não percebe qual é o problema em votar num determinado partido para as eleições autárquicas e de votar em simultâneo no sim ou não à constituição europeia.

quarta-feira, março 30, 2005

"BLOQUEIO HUMORÍSTICO

Já passou quase um mês desde que o PS ganhou as eleições e ainda não há nada para criticar no novo primeiro-ministro. A necessidade fisiológica está lá, mas o meu cérebro diz-me: “Tens que esperar. Se criticas só por criticar, ninguém te levará a sério”. Respondo: “Tens razão”. Nessa altura, diz o meu pâncreas: “Pouco barulho! Há aqui gente que está a tentar segregar enzimas”.
Uma solução possível seria virar-me para Santana Lopes. Mas o respeito pela sua actual condição política impede-me que o faça. Resta-me recorrer às palavras de circunstância, que se usam nestas ocasiões, sempre difíceis: “Se calhar, foi melhor assim. Parece que, nas últimas semanas, já estava a sofrer muito, coitado. Era uma excelente pessoa, amigo do seu amigo, não fazia mal a uma mosca.”
Resumindo, não posso maldizer Sócrates, nem Santana. Está decidido: vou começar a fumar. Se não o fizer, corro o sério risco de desenvolver um cancro."

in gatofedorento.blogspot.com

sábado, março 26, 2005

O elo mais fraco

Apesar da ligeira paragem deste blog, o mundo não pára. Se falta de assunto houvesse, e não houve, sr. freitas do amaral salvaria a situação.
Ainda mal refeita do choque de o ver a apoiar o sr. josé socrates, a direita que por ele fez campanha contra soares viu-o a integrar o novo Governo.
Ainda há dois anos esteve em Leira a apoiar Durão Barroso em Leira... e agora ministro socialista.
Tanta sondagem é feita e ainda há uma que falta fazer. Que percentagem do eleitorado tem ‘estômago’ (ou falta dele) para seguir continuamente as indicações de voto deste senhor? Será que o seu apoio a uma qualquer candidatura se traduz realmente em votos?
Será que quem o apoiou contra soares, continuou a votar nele no CDS, fazendo depois vários anos parte da abstenção (durante o seu mandato na ONU), regressando em 2002 às urnas para votar PSD e meia legislatura depois, pensando melhor já vota PS? Um tratamento destes dá cabo das convicções de qualquer um.
Na apresentação do programa do Governo, se dúvidas existissem desapareceram. O sr. freitas é realmente o elo mais fraco do executivo. Com a pasta dos Negócios Estrangeiros terá de se relacionar com a Sra. Condoleezza Rice, sua homóloga. Depois de tudo o que disse, escreveu e que depois negou que disse e que escreveu, deixar-nos-à a todos com a respiração suspensa.

Será que o Ministro dos Negócios Estrangeiros da República Portuguesa vai apertar a mão alguém que tem planos de domínio mundial comparáveis ao Deutschland über alles de Hitler? E que tem ideias sobre os prisioneiros de Guantânamo comparáveis às que Hitler tinha sobre judeus, ciganos e polacos?
Ou será que lhe vai repetir o que disse no Parlamento: “nunca comparei Bush a Hitler, nunca disse que A era igual a B”. Caso isso lhe passe pela cabeça o Cilício dá-lhe uma ajuda.
Comparar: do Lat. comparare; verbo transitivo; examinar com atenção para estabelecer as semelhanças ou diferenças ou relações; in Grande Dicionário da Língua Portuguesa.
sr. freitas comparar não é dizer que A é igual a B.
Se não lhe apertar a mão será consequente com o que disse e escreveu, deixando-nos a todos numa posição muito delicada perante um dos nossos aliados. Se o fizer ficaremos a saber de que são feitas as suas convicções e que crédito se deve dar ao que diz.

quinta-feira, março 24, 2005

REGIÃO DE LEIRIA – Pergunta da Semana

Concorda com a venda de medicamentos sem receita fora das farmácias?

O Cilicio concorda em absoluto com esta medida e pensa que este é um bom sinal do novo Primeiro Ministro.

Não há um único bom argumento contra esta medida e só mesmo os farmacêuticos estão contra por razões óbvias e corporativas.

Porque não avançar também com a liberalização das farmácias
?

O Plenário dos Servidores dos Utentes

Alguns empregados da STCP param hoje durante algumas horas por causa de um plenário. O plenário é uma das últimas reminiscências do PREC que ainda subsistem no Portugal do século XXI. O plenário é uma festa. Uma quebra de rotina. A malta larga o trabalho e junta-se nas instalações da empresa para ouvir as prelecções dos sindicalistas de serviço. Estes vão falar mal da administração, dos governos, do pacote laboral e vão exigir mais uns milhares de euros para cada colega e/ou a reposição do poder de compra e/ou a reformulação dos planos de carreira e/ou subsídios vários e/ou a manutenção de acordos colectivos que protejam os medíocres e/ou mais algumas regalias que no conjunto se constituem quase sempre em enormes impossibilidades económicas mas que por vezes são bem sucedidas porque quem paga é quase sempre o contribuinte que não é tido nem achado na conversa.
Ninguém vai falar da razão de existir da STCP. Os clientes. O conjunto de cidadãos que querem adquirir um serviço chamado transporte e que, privados de concorrência e crentes na justiça dos preços fortemente subsidiados, ficaram novamente apeados por quebra de serviço no monopólio. Para os sindicalistas, um portuense sem transporte é uma irrelevância. Um pião no jogo. Para um sindicalista de empresa pública, raramente há clientes. Há utentes. Clientes são chatos, exigem. Utentes calam-se e deviam ser obrigados a agradecer o serviço que os trabalhadores abnegados fazem o favor de lhes prestar, quando não há greve ou plenário. Os utentes são a parte aborrecida do emprego. Para um bom sindicalista, o core business destas empresas é servir os seus trabalhadores e proporcionar-lhes um salário. Os utentes são apenas um detalhe incómodo, uma aborrecida verticalização empresarial habitual no sector.
É por isso importantíssimo para os sindicalistas que os preços continuem a ser absolutamente subsidiados. Se as receitas dos SCTP tivessem origem exclusiva nos passageiros, as coisas podiam ficar negras, mas a realidade é outra. O verdadeiro cliente não são os passageiros. O cliente é quem paga pelo serviço. O grande cliente da STCP é a autarquia que paga sempre. Nada como uma boa greve para obrigar esse grande cliente inconsciente e aparentemente milionário a despejar mais dinheiro sobre a empresa, pressionado por esses milhares de utentes votantes lixados com os transtornos das paralisações.
Hoje, os trabalhadores da STCP borrifam-se novamente para os que deveriam ser clientes mas são apenas utentes. Se isto acontecesse na maior parte das empresas privadas, as portas fechavam. Em mercados abertos e concorrenciais, um cliente que bate com o nariz na porta é cliente que vai e não volta. É por isso que há poucas greves no sector privado. E é também por isso que não devem haver empresas públicas, nem monopólios. A força destes sindicalistas jurássicos que se estão nas tintas para o mercado que devia ser a razão da sua existência nasce justamente destas distorções. E a força que eles demonstram explica também parte das razões do atraso português.

in jaquinzinhos.blogspot.com

quarta-feira, março 16, 2005

Serão o terrorismo islâmico e as cruzadas movimentos simétricos?

“Os nossos atacaram-nos nos pátios interiores destes templos, com o mais violento ardor; em parte alguma estes infiéis encontraram forma de escapar à espada dos cristãos; daqueles que; fugindo, tinham subido ao cimo do templo de Salomão, a maior parte pereceu trespassada por flechas, e caiu miseravelmente precipitada do cimo do telhado; cerca de dez mil Sarracenos são assim massacrados neste templo. Quem lá se encontrasse teria tido os pés tingidos até aos tornozelos do sangue dos homens degolados. O que direi mais? Nenhum dos infiéis salvou a vida; nem as mulheres nem as crianças pequenas foram poupadas. Uma coisa surpreendente de ver foi a forma como os nossos escudeiros e os nossos pobres homens a pé, tendo descoberto o artifício dos Sarracenos para conservarem as suas riquezas, fendiam o ventre daqueles que já estavam mortos, para arrancar das entranhas os bizantinos de ouro que tinham engolidos quando ainda estavam vivos. Com o mesmo objectivo, as nossas gentes, alguns dias após a tomada da cidade, amontoaram todos os cadáveres e queimaram-nos, esperando encontrar mais facilmente o dinheiro entre as cinzas.
(...) Os nossos, percorrendo Jerusalém com a espada desembainhada, não deram tréguas a ninguém, nem àqueles que lhes imploravam misericórdia, e o povo dos infiéis caiu sob os seus golpes como caem, de um ramo sacudido, os frutos podres do carvalho, as bolotas agitadas pelo vento.
(...) Em seguida, clérigos e laicos dirigem-se todos juntos ao túmulo de Nosso Senhor ao seu célebre templo, elevam aos céus os seus gritos de triunfo e cantam um cântico novo em honra do Altíssimo.
(...) Oh tempo tão ardentemente desejado! Oh tempo memorável entre todos os tempos! Oh acontecimento preferível a todos os acontecimentos!”


in
‘A 1ª Cruzada, Um relato de quem lá esteve’ de Foucher de Chartes
A religião e o poder tiveram ao longo da história da humanidade uma relação de promiscuidade.
Colocando de lado a ‘consideração’ e o ‘respeito’ que se exige a quem recebeu uma educação ‘à luz da fé cristã’ e analisando friamente, como é que compreendem as Cruzadas, a forma como foi extinta a Ordem dos Templários (tão importante que foi na fundação da nossa nacionalidade), a existência da Santa Inquisição, da perseguição aos cientistas como Galileu, o silencio perante o Holocausto e muitos outras ‘palavras, actos e omissões’ da Santa Madre Igreja? Não serão aspectos da lutas pelo poder, onde a realpolitik é por vezes mais forte que o cumprimento dos 10 Mandamentos?
A interpretação da mensagem contida nos fundamentos da fé cristã, conferiu a quem a fez um poder capaz de desafiar os mais poderosos. Basta lembrar que o Reino de Portugal só existiu legalmente após o reconhecimento papal. Até o mais sanguinário senhor da guerra se curva perante os auto-intitulados representantes da Divindade na terra.
O Iluminismo travou fortemente o poder da Igreja e lançou os fundamentos dos Estados laicos, onde a religião coexiste com o poder do Estado sem nele interferir (pelo menos formalmente). Após esta separação o mundo ocidental (na época constituído apenas pela Europa) conheceu uma evolução social e cultural como nunca tinha acontecido.

Os dias de hoje o fenómeno repete-se, mas agora sob a bandeira do Islão.
Como foi dito por alguém há pouco tempo, em que se lançou o debate sobre a Guerra de Civilizações, o Islão actual não passou pela ‘máquina de lavar’ do Iluminismo. A lei islâmica, a sharia, funciona na maioria dos países árabes com a sua Constituição e a sua interpretação é reservada aos mais ilustres. Quem exerce o poder é quem a interpreta e executa.
Dizer que a pobreza esta na base do terrorismo é uma ofensa aos milhões de africanos que lutam diariamente pela sobrevivência.
Na base do terrorismo estão sim ‘meia dúzia’ de intelectuais, com formação superior adquirida em países ocidentais. A pobreza facilita a adesão a estas causas. Em todo o mundo árabe, cerca de 50% da população tem menos de 20 anos e na sua esmagadora maioria não tem emprego. Estes largos milhões de jovens desocupados acolhem de braços abertos a interpretação do Corão apresentada por estes intelectuais que pretendem apenas poder.
A ideia maniqueísta da existência de um inimigo infiel que é origem de todos os males e que deve ser abatido e eliminado, funcionou no lançamento das cruzadas e muitos séculos depois repete-se. Agora o ‘infiel’ é o mundo ocidental...
Como aconteceu na génese da Cruzadas, o movimento ofensivo volta a iniciar-se no ‘polo’ culturalmente menos desenvolvido contra o mais avançado.

Qual a posição a tomar por quem vê os fundamentos da sua civilização a ser atacados? Há poucas opções...

sábado, março 12, 2005

Português Vítima do Terrorismo

Ontem em Évora populares observaram com estranhesa um individuo com ar suspeito a retirar as placas de matrícula de um automóvel com alguns anos de idade e a abandonar o local em passo acelerado.
A situação foi considerada estranha e nos tempos que correm, ainda por cima no dia 11 de Março de má memória para os nuestros irmanos e para todo o mundo ocidental, contactou-se a polícia.
A brigada de minas e armadilhas chegou rapidamente ao local e em cumprimento dos procedimentos de segurança, o carro foi detonado.
Algumas horas mais tarde chegou o um individuo com ar suspeito e sem compreender o que se tinha passado viu o seu carro destruído.
Após interrogatório conclui-se que as placas de matricula tinham sido retiradas pelo proprietário do veículo para serem endireitadas enquanto aguardava por umas novas...
Segundo a Al Jazira, Al Zarkaui o líder da Al Kaida no Iraque, soube do sucedido e riu-se durante horas até lhe doer a barba...

quinta-feira, março 10, 2005

A Velha Europa e a Liberdade # 4

A guerra do Iraque, permitiu destituir um Ditador, responsável por centenas de milhares de mortes do seu próprio povo. É certo que não há guerras sem mortes, de ambos lados, é certo que foi uma ingerência num outro país, é certo que hoje o país continua muito instável, dominado pelo terrorismo e muito há a fazer.

Mas também é certo, que já houve eleições, que 8 milhões de iraquianos votaram, que muitos votaram depois de terem escapado, aos atentados que mataram compatriotas seus, no próprio dia das eleições enquanto esperavam para votar.

(continua)

quarta-feira, março 09, 2005

A Velha Europa e a liberdade # 3

Dentro deste contexto é mais fácil, entender a posição dos Estados Unidos. Sem esquecer os seus interesses e apesar de todas as críticas e pressões, assumiram mais uma vez a nossa defesa comum, a deles mas também a da Europa da nova e da velha.
O Cilício, entende que a defesa dos valores da nossa civilização, é fundamental. Também o é para política externa americana. Nessa linha assistimos à intervenção primeiro no Afeganistão e depois no Iraque.

Por ter estado ao lado dos EUA nesta questão, Portugal não faz parte da nova Europa. Fazem sim todos os países do antigo bloco de leste que sabem, quem foi o responsável, pela sua “libertação”, pela democratização dos seus países, pela sua liberdade. Sabem também dar o justo valor à liberdade.

Quem contribuiu decisivamente para a democratização do antigo bloco de leste, para a queda do muro de Berlim? Foi um tal de Cowboy chamado Reagan, também ele, à época, apelidado de ignorante, inculto, estúpido, etc... hoje é lhe reconhecido o mérito do papel que desempenhou no final da Guerra Fria.

(continua)

terça-feira, março 08, 2005

A Velha Europa e a liberdade # 2

A velha questão entre os Estados Unidos e a Europa, ou as partes da Europa, a velha e a nova, divide de facto a opinião pública.

O Cilício considera que os atentados do 11 de Setembro, foram a evidência da guerra que existe entre dois mundos, o ocidental, onde vivemos, com opiniões diferentes e liberdade de as ter, e o islâmico, sem liberdade de expressão, dominado, por meia dúzia de tiranos e de onde emergiu o terrorismo, como forma declarada e assumida de lutar contra todo o mundo ocidental.

Sendo o referido atrás um facto indesmentível, o Cilício considera que a nossa liberdade, o nosso modo de vida, o nosso conforto, não nos deve deixar indiferentes, “anestesiados” até, à guerra que existe entre estes dois mundos.

Face à crueldade, à cobardia, do outro lado, todos devemos tomar uma de duas posições, ou somos de cá ou somos de lá!

O Cilício é de cá, é ocidental, e defende a liberdade, o nosso modo de vida.

(continua)

domingo, março 06, 2005

A Velha Europa e a liberdade # 1

"George W. Bush e a sua administração cometeram erros importantes ao longo dos últimos anos. Mas, tal como aconteceu com Ronald Reagan, no inicio do anos 80, Bush tem razão ao nível daquilo que é verdadeiramente importente. Numa altura em que os manifestantes em Beirute mudaram o nome da Praça dos Mártires para Praça da Liberdade, a Velha Europa deve prestar atenção ao que Walid Jumblatt, o líder druzo e um forte crítico dos EUA, disse ao colunista do Washington Post David Ignatius. “É estranho para mim dizer isto”, disse Jumblat, “mas este processo de mudança começou por causa da invasão americana do Iraque. Fui um cínico em relação ao Iraque. Mas quando vi o povo iraquiano votar há três semanas, oito milhões deles, foi o começo de um novo mundo árabe. O povo sírio, o povo egípcio, todos dizem que alguma coisa está a mudar. O Muro de Berlim caiu. Nós conseguimos ver isto.” Resta saber porque é que a Velha Europa tem dificuldade em ver o que Jumblat consegue ver claramente. A Velha Europa precisa de ultrapassar a sua aversão a George W. Bush e voltar a olhar de frente para a Estátua da Liberdade."

Miguel Monjardino, in Sábado

quinta-feira, março 03, 2005

REGIÃO DE LEIRIA – Pergunta da Semana

Acredita que José Sócrates será um bom primeiro-ministro?
Os primeiros sinais são muito positivos, a escolha dos ministros não está a ser feita na praça pública, e de facto José Sócrates, tem as condições que nunca nenhum primeiro-ministro teve, nem Cavaco Silva, que não teve maioria absoluta nas primeira eleições. Tem também um calendário eleitoral excelente, sem eleições durante 3 ou 4 anos e durante esse período para bem de todos nós, deverá acabar a crise, mais tarde ou mais cedo.

Há pessoas com sorte, José Sócrates, é sem dúvida uma dessas pessoas, atirará ele a sorte fora? O Cilício pensa que não e por força das circunstâncias, José Sócrates será um bom primeiro-ministro.

Veremos, no entanto ....

quarta-feira, março 02, 2005

“PS prepara ‘varridela’

O PS prepara-se para ajustar contas no distrito e tudo indica que a esmagadora maioria dos elementos indicados para ocupar cargos de nomeação política na última legislatura irão ser substituídos, confirmaram esta semana várias fontes socialistas.
Em causa estarão as nomeações realizadas pelos Governos de coligação nos últimos três anos, para lugares como os do Centro de Formação Profissional, Inatel, delegação distrital da Prevenção Rodoviária Portuguesa, Unidade de Prevenção do Instituto da Droga e da Toxicodependência, delegação distrital do Instituto Português da Juventude, Instituto Desporto de Portugal, Centro Distrital de Segurança Social e Centro de Área Educativa.
Em declarações ao nosso jornal, é o próprio Cândido Ferreira, militante destacado do PS, que garante que esta é para já a sensibilidade do PS. “Deixaram-nos invenções”, desabafa o socialista, assegurando que “não se pode reconhecer competência na esmagadora maioria das pessoas que o PSD e o CDS/PP colocaram em lugares de nomeação do distrito”.
Para Cândido Ferreira, o sentimento que se vive no PS não é o de caça as bruxas, mas de “repor competência” em organismos-chave. (...)”



in Região de Leiria


“Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que outros”

in Triunfo dos Porcos, George Orwell


“Todos os animais são iguais mas alguns são mais animais que outros”

Cilício Costa

terça-feira, março 01, 2005

REGIÃO DE LEIRIA – Primeira Página

O Cilício foi convidado a dar a sua opinião sobre o tratamento jornalístico, dado pelo Região de Leiria, ao caso “O drama de João Manuel”.

Sobre o tratamento jornalístico, e só sobre ele, o Cilício pensa que há muito tempo toda a comunicação social, e não só a TV, como frequentemente se diz, derrapou para níveis muito baixos.

Quando se utiliza a dor, o drama, a tragédia, a desgraça humana, a miséria, a morte, a pobreza, etc.... sem qualquer tipo de pudor é sempre condenável.

É o caso em questão, e por isso, o Cilício, não pode deixar de concordar que “trazer” para a primeira página, com uma fotografia de dor, drama, tragédia pessoal, não serve nem ajuda a diminuir a dor, o drama e a tragédia pessoal do João Manuel.

Serve sim para vender papel!!!