quarta-feira, fevereiro 16, 2005

Comentário ao comentário do Movimento Cívico do Alqueidão da Serra

Movimento Cívico de uma Pessoa do Alqueidão da Serra: Não somos defensores nem oficiais nem oficiosas da nossa Junta de Freguesia.

Cilício Costa: A critica/reparo não era dirigida ao seu Movimento Cívico, mas sim à Junta, pelo que também não esperava que saíssem em sua defesa. A única defesa que têm é mostrar obra feita e é bom que o façam.

MCPAS: Por outro lado não vamos dar relevância a vozes pseudo intelectuais de línguas maledicentes que mais não fazem que tentar ridicularizar a nossa terra e a nossa gente.

CC: O propósito do Cilício não era minimamente ridicularizar “a nossa terra (nem) a nossa gente”. Nunca o faria por motivos muito fortes que desconhecerá. Era sim exigir a resolução dos problemas que afligem a população.
Quando se abre a torneira e a água aparece, não importa quem pagou a obra por detrás de um gesto tão simples.
Normalmente as Juntas não têm recursos para isso e são as Câmaras que avançam. Mas a actual Junta do Alqueidão da Serra tem condições para resolver as carências que afligem a população há décadas, e não o faz. É urgente que digam à população o que pretendem fazer com o dinheiro.
Se calhasse o Euromilhões ao peresidente da Junta (pessoa particular), poderia fazer o que entendesse com o dinheiro, até fazer nada, simplesmente idolatrar o extracto de conta, mas a Junta tem responsabilidades para com a população e esta tem carências. O fazer NADA tem de ser penalizado no próximo acto eleitoral.

Além disso se o fizessem e se soubessem usar politicamente esse facto, isso sim seria uma arma terrível contra José Ferreira. Ser substituído por uma Junta não engrandece nenhum Presidente de Câmara...

MCPAS: Só lhe vamos dizer que está muito mal informado. Consigo, nem nos vamos dar ao trabalho de contra-argumentar... E no entanto, o Alqueidão vai fazendo o seu percurso na senda do desenvolvimento. O senhor, já reparou que anda a falar para o seu umbigo? (Não, o Alqueidão não será o seu umbigo!...).

CC: O Cilício continua a achar que o Movimento Cívico envolverá pouco mais de uma pessoa, que ele sim, olhando para o seu umbigo, pretende ganhar notoriedade. Tipo
Duarte & Companhia com a história das portagens da A8, nos idos tempos do guterrismo.
O Cilício pensa que a falta de contra argumentação será explicada por uma grande falta de argumentos. Se os tiver apresente-os. O Cilício aprecia o contraditório e perante uma proposta que seja de realizações alegrar-se-á. Na ausência desta interroga-se da direcção da tal senda do desenvolvimento.