segunda-feira, janeiro 01, 2007

Ele está comigo, contra todos

Demos um pouco de importância a alguém que pensa ter muita. Para ir lembrando que existe, Júlio Vieira aparece de quando em vez n'O Portomosense com assuntos salteados sobre a actualidade local.
Ainda está fresco na memória a sua última intervenção em que terminava, dizendo que recomendava aos seus descendentes que dominassem bem a língua inglesa, pois por cá não teriam grande futuro. Fica a dúvida se não lhes reconhece capacidades suficientes para singrarem por cá, ou se acha que Portugal é um país sem futuro? Para quem tem as ambições que grita à boca pequena ter, só a primeira hipótese poderá ser verdade.
A autoria do presente blog é-lhe frequentemente atribuída, o que lhe deve dar um tremendo gozo. Convenhamos que a imagem de pseudo-esclarecido a travar uma batalha nas trevas, como se de um Xanana a combater o salgueirismo indonésio nas perigosas selvas dos bits e dos bytes, se tratasse, é-lhe agradável.
No último número d'O Portomosense aparece novamente com mais umas frases dignas de emolduramento. Como que a tentar mostrar convicção após a tareia que a também bicefala Comissão Política a que pertence sofreu na última Assembleia Municipal, vem a público garantir ter a certeza que Deus na Sua infinita sabedoria ficou contente com os quatro singelos votos alinhados com as suas directivas. Este é de facto o melhor argumento que podia apresentar. Deus está a seu lado.
Dá para ficar na dúvida se terá andado a ler discursos inflamados de algum mulá instigador da jihad contra os infiéis. Eles também garantem ter um 112 directo para Deus. O cilício deixa-lhe aqui uma sugestão: na próxima Assembleia Municipal mande benzer o Salão Nobre e os deputados antes do início dos trabalhos. Talvez depois de abençoados possam ver o caminho que agora não enxergam. E já agora renasça. Amém

domingo, dezembro 24, 2006

Dois anos depois...

E dois anos já lá vão. Em Internet, dois anos valem por duas décadas. Naquele tempo José Ferreira ainda pensava se devia voltar a candidatar, joão salgueiro fazia de porteiro na Câmara a colocar as culpas de tudo o que estava mal feito no Presidente, ao mesmo tempo garantia ao seu superior que ia arrumar as botas na política e lhe jurava fidelidade, os porcos sacrificados na campanha eleitoral ainda eram leitões mal desmamados, os vereadores neves e cardoso ainda propunham votos de louvor ao executivo, vitor louro ainda não tinha sido convidado para avançar como cabeça de lista pelo PS... Já foi há tanto tempo...

sexta-feira, dezembro 15, 2006

Solução Salomónica para o dinheiro do vento

“É assim que o Região de Leiria intitula um artigo sobre a divisão dos 2,5% da facturação do parque eólico que, segundo o contrato de concessão, se destinam à autarquia.
A questão de saber quem é a autarquia, a Junta de Freguesia ou a Câmara, levou o anterior executivo a não aceitar entregar esse valor aos alqueidoenses.
Desde logo o lobby desta freguesia se começou a movimentar para sacar mais esta receita. Juntaram-se uns quantos quadros médios e superiores da terra e, liderados por um
site anónimo que actualmente procura novo sentido, toca de fazer guerra ao anterior executivo de que joão salgueiro era vice-presidente.
Já poucos se lembrarão, mas chegou a ser assunto n’O Portomosense o jogo de tetris disponibilizado em tal site, que ao avançar dos níveis se ia construindo uma fotografia do Dr. José Ferreira vandalizada com um pala no olho e com uns dentes pintados de preto. Assim se fazia passar o ex-Presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós por pirata, que segundo se dizia, saqueava o dinheiro aos alqueidoenses.
Se tal fosse feito num qualquer cartaz eleitoral, além de assegurar a falta de civismo e de respeito democrático pelos adversários, constituiria uma ilegalidade.
O autor desse site é o mesmo do
blog com o mesmo nome e ainda há bem pouco tempo, agora disfarçado de opinador imparcial, voltou a abordar o assunto do vento. Agora, como os tempos são outros, garante-se que o objectivo é “estabelecer relações de confiança sólida”.
Mostrando de são feitas as suas convicções, joão salgueiro, após pedir uns pareceres jurídicos, decidiu-se por fazer uma ‘vaquinha’ com a Junta de Freguesia dos cerca de 125.000 € resultantes dos 2,5% da facturação anual do parque eólico.
Será que esta era a solução sugerida pelo parecer jurídico? Não é possível. O parecer, ou é favorável ou é desfavorável. Ao contrário das convicções do Presidente da Câmara, os pareceres jurídicos assentam em princípios, não em conveniências.
Com esta cedência, salgueiro assegurou o voto favorável do dr. sarmento na aprovação do orçamento de 2007.
Por outro lado, será que com este acordo os quadros médios e superiores do Alqueidão da Serra ficarão satisfeitos, ou apenas meios satisfeitos? Exigiam o que lhes pertencia por direito, ou apenas por meio direito?
Será que depois deste meio acordo surgirá um site
www.alquiedaocommeiofuturo.com? Em vez de um tetris com o Dr. José Ferreira pintado de pirata surgirá neste, um pinball com joão salgueiro pintado de meio pirata?
Parece que já estamos a ver o gato fedorento a dançar e a cantar: “Diz que é uma espécie de meio pirata”...”

domingo, dezembro 03, 2006

Também n'O Portomosense

O cilício voltou a merecer referências na imprensa escrita. A pior frase que sobre ele foi dito foi “sempre muito crítico”. Nem foi mau.
E salgueiro lá teve de voltar a falar sobre esse assunto sem graça que são os blogs. Não podiam perguntar outras coisas? Façam antes perguntas sobre o paredão do Rio Lena ou outra qualquer obra de fachada. Outra vez os blogs, pá!
O vice-januário, esse foi mais longe. Qual donzela arrependida no confessionário em vésperas de casamento, confessou que ... sim. Já o tinha feito. Já olhou para aquilo. Já consultou blogs!!! Quantos padre-nossos de penitência lhe encomendará salgueiro? Eles tinham combinado! O Arq. jorge também disse que não os consultava, pá! Ninguém podia dizer isso!
E como se a publicidade ao cilício, em página par, não fosse suficiente, salgueiro, em página ímpar, por pouco não acertou com os lábios no seu endereço, ao fechar do jornal. Era urticária garantida. Mas mesmo livrando-se desse flagelo, o paginador não o poupou de sair da rotativa aos beijos no boneco que representava um anónimo utilizador dos blogs. Isso não se faz! É por essas e por outras que qualquer dia ele cria um Pasquim Municipal e deixa de vez de fazer propaganda no quinzenário concelhio.

terça-feira, novembro 28, 2006

Olá aos novos visitantes

Parece que o Região de Leiria, jornal tido como sério, anda a encher as suas páginas com boatos e conspirações. Não que tais iniquidades sejam da autoria dos seus jornalistas, mas se publica o endereço do cilício, indirectamente está a promover os seus textos.
O que é certo, é que o número de visitas aumentou. Durante o fim de semana o blog é menos procurado, o que neste último não aconteceu. O autor do blog estima que a regular diminuição do número de visitas durante o fim de semana esteja relacionada com o encerramento da Câmara Municipal de Porto de Mós nesses dias. Mas é apenas uma suposição.
E de que melhor forma se podem receber os primeiros visitantes senão com umas amostras do que por aqui se tem teclado?
Então aqui vai.

Sobre a
identidade do autor.
Sobre a
elevação da argumentação que tem proporcionado (ler comentários).
Sobre o nosso
Presidente da Câmara (sobre o seu intrincado percurso político e carácter pessoal outros textos foram escritos, fica apenas um dos seus momentos mais mediáticos, a peregrinação a Fátima depois da dificil vitória, noticiada nas televisões em prime time). Em adenda são também convidados a visitar um outro blog de uma senhora que também de debruçou sobre o fenómeno salgueiro.
Ao todo e contando com este já lá vão 262 textos. Dois teclados já foram para a sucata, tão corroídas de tanta enzima ácida segregada.

quinta-feira, novembro 23, 2006

Mais alguém já notou

O pensarPM, ex-bastião do salgueirismo na blogosfera, vai-se tornando pouco a pouco num blog credível. O cilício avisa que nunca o será.

Partindo do mote de uma busca no Google, deixa transparecer que o pomo da discórdia dentro do PS sobre a gestão salgueirista anda à volta do exagerado protagonismo do ‘contabilista’. Se dúvidas houver leiam bem o título.

sexta-feira, novembro 17, 2006

Há guerra na capoeira?

Parece que depois de alguns rumores, alguma coisa se passa entre PS de Porto de Mós e o executivo.
O PS concelhio quer pôr mão nos seus escolhidos e os escolhidos não lhe reconhecem autoridade para isso. Zangam-se as comadres... vamos ver até onde isto vai.
Após um ano de mandato e segundo o que foi dito há poucos dias n’O Portomosense, o PS estava satisfeito com a governação salgueirista. Poucos dias depois e após algumas fugas de informação de dentro da concelhia, surge a primeira prova que oficialmente confirma a zanga.
Para salgueiro, já o conhecemos, a distância entre o pacto de sangue e a ruptura total é muito pequena. Resta saber se a viagem inversa é igualmente fácil de fazer.
Para o PS de Porto de Mós, que após tantos anos pensava que finalmente teria voto na matéria... ainda não será desta. Ou será?

segunda-feira, novembro 13, 2006

A Autoridade

Ora aí temos uma boa deixa para falar sobre a autoridade.
Num ambiente de liderança sólida e saudável a autoridade não é imposta mas sim reconhecida.
Já todos nos deparamos com foliões fardados de polícias por alturas do Carnaval, e certamente que nessa quadra já alguns polícias foram desrespeitados por cidadãos que os tomaram por foliões.
Da mesma maneira, quem temos à frente da Câmara Municipal são pessoas disfarçadas de líderes.
Como a liderança não é sólida, por falta de credibilidade e acima de tudo da grandeza que só os líderes têm, também não reconhecida. Não é inata.
Os sintomas de falta de autoridade são as conversas pelas costas, as risotas depois da porta se fechar, a chacota geral em que os visados nunca estão presentes, entre muitas outras manifestações.
Por terem consciência que a autoridade que têm não lhes é reconhecida espontaneamente, de vez em quando, como se de uma cerimónia se tratasse, têm de ritualizar a autoridade imposta. Nesta liturgia celebrada em alta voz, mais que o que é dito, importam as mensagens subliminares dirigidas aos visados e aos presentes não directamente visados. Mas a mensagem mais importante é para si próprios. O protocolo do ‘dar nas orelhas’ serve acima de tudo para inflamar a consciência de si próprio do seu protagonista.
Como quem tenta colar uma peça de cristal com fita cola, por vezes estes episódios são seguidos de um sentido e profundo pedido de desculpas. Quem o pede, só o faz por ter consciência que partiu o cristal e quem o ouve pode até garantir que este ficou bem colado. Mas sabemos bem que o cristal partido não tem reparação. Não são as primeiras fracturas e com o tempo outras peças serão fracturadas e pouco a pouco, haverá mais fita cola que o cristal.
Há uma expressão popular adequada: estalou o verniz. São nestas cerimónias que se vê o que está para além daquilo que querem aparentar. E que feios são sem estarem envernizados. E depois próxima camada, haverá certamente alguém que ache, que ainda ficaram mais feios.
É isto que temos à frente da Câmara Municipal.
Em próximas eleições autárquicas, quando os virmos a distribuir apertos de mãos e sorrisos nas saídas de missa, lembremo-nos destes episódios.

quinta-feira, novembro 09, 2006

Sobre o pensarPM e os trolls

Aqui não será feita uma dissertação sobre os bastidores do cilício.
Quem acompanha este blog desde o início, sabe que o seu objectivo é lançar o debate sobre temas que a todos dizem respeito e aprecia que todos tenham opinião sobre a actualidade.
O cilício não assume a identidade por não ter quaisquer ambições políticas, aceita que outros as tenham, mas não as tendo não pretende estabelecer quaisquer relações de confiança sólidas.
Segundo a muito esmerada classificação que apresenta dos blogs anónimos, fica a questão se haverá apenas desprezo pela linha editorial do cilício, ou ainda existirão ressentimentos por ter
opinado sobre a questão dos dinheiros do Parque Eólico do Alqueidão da Serra? E este é um assunto que ainda não foi resolvido ao gosto do dr. sarmento e da sua comitiva. De certo que o pensarPM não representa interesses locais. Foi apenas por coincidência esse assunto já ter sido abordado.
Sobre essa questão, o que fica para a história é salgueiro a garantir que resolvia o assunto ao gosto da população do Alqueidão da Serra, mas tendo-se esquecido de pedir autorização prévia a albino januário.
O cilício não apoiou ninguém para depois cobrar promessas e por isso não foi enganado. Haverá alguém que se esteja a começar a sentir que foi enganado? (O que está entre parênteses ninguém lê: Esta pergunta deve ajuda-lo a conseguir o que pretende para a sua freguesia).
Devemos analisar cada blog no seio do ambiente em que se encontra? Como podemos caracterizar o ‘nosso‘ ambiente?
A opinião pública portomosense é coscuvilheira. Os actuais detentores do poder gostam de saber coscuvilhices e fazem coscuvilhices. Preocupam-se mais com o que se diz na rua ou na internet, do que com o que o Moita Flores anda a fazer. Enquanto lêem blogs os outros ficam com a Fundação Nacional da Pedra. Podem dizer que passam muitas horas ao serviço do Município, mas os resultados, ou melhor os bons resultados, tardam em aparecer.
O cilício aceita ser classificado de miserável e mas não será mais que um espelho das misérias do concelho.
Porto de Mós é realmente uma terra em que, uns mais que outros, todos apreciam uma novidade escaldante sobre fulano ou sobre a filha de sicrano. É a comunidade que temos. Este detalhe é um indicador da muito limitada urbanidade do concelho. O tecido social, económico, cultural é muito rural e não permite mais do que isso, o que terá algumas vantagens relativamente à realidade vivida em cidades, mas é sempre uma limitação de modernidade. Ao fim e ao cabo, o país todo sofre, apesar de heterogeneamente, deste problema que ganha outra expressão quando comparado com outros países.
O desempenho dos media, nomeadamente nos conteúdos que produzem, são também um indicador do nível cultural do seu mercado. O debate do ovo e da galinha surge automaticamente questionando se os media serão responsáveis por limitarem a valorização cultural dos seus clientes ou se pelo contrário simplesmente se adaptam a eles e lhes mostram o que querem ver.
Quando o autor do cilício não gosta da programação televisiva, em que vê copiar o que de pior se faz no estrangeiro e se promove o voyerismo e os realitys shows, simplesmente muda de canal.
Será que também existe alguma estação troll na televisão portuguesa?
Sendo potencialmente nocivo para a comunidade e como tal, não querendo ser exemplo para ninguém, o cilício convida a todos os leitores que não gostam de o ler, também a mudar de blog.
Mas a primeira dúvida ainda se mantém. Se a primeira regra de defesa da blogosfera honesta é “não alimentar os troll, ignorá-los, fazer de conta que não existem” porquê fazer dos blogs anónimos assunto?

segunda-feira, novembro 06, 2006

O primeiro ano de mandato

O tempo passa e é sempre interessante voltar a lembrar o que se disse e ficou escrito. Com salgueiro, lembrar o que ele diz não é suficiente, tem mesmo de ficar escrito. As entrevistas que gosta de dar devem ser guardadas para mais tarde recordar. Pela boca morre o peixe.
O ano foi profícuo em broncas e logo
desde a primeira hora ele foi-se dando a conhecer aos seus colegas autarcas. Com poucas semanas de mandato, começou a ser desmentido em público.
O seu discurso de toda a campanha e de início de mandato tropeçou noutro
desmentido.
No dia certo celebrou a sua melhor
arma.
As
estranhas coincidências foram uma constante.
O seu vice também passou o ano a cortar no supérfluo. De
tostão em tostão se desperdiça um milhão.
Depois de tanto gritar que as finanças estavam tortas,
venham os empréstimos, a solução para todos os males. Só faltam passarem no Tribunal de Contas.
As questões de fundo foram lidadas com diplomacia e considerando os
seus aspecto mais importantes. Houve novamente quem o desmentisse mas ninguém notou.
O arranque do ano escolar foi em beleza e
sem sobressaltos.
E com um ano passado as coisas lá vão andando dentro do
que nos habituou.

domingo, novembro 05, 2006

blogosfera portomosense de vento em popa

A blogosfera portomosense continua a aumentar mas ainda está para chegar quem escreva a elogiar salgueiro. Parece que agora a coisa assumiu outras proporções. Bem hajam.

segunda-feira, outubro 30, 2006

Apoio institucional ao desporto automóvel

O antigo regulamento de apoio ao desporto continua on-line no site municipal e por não ter acesso ao novo texto o cilício aguarda com alguma curiosidade a sua disponibilização no site.
Segundo o agente cilas, o infiltrado, o novo texto dá mais relevo outros desportos que não apenas o futebol.
O autor do blog conseguiu ainda apurar que o desporto automóvel passou a ser apoiado pelo Município.
Como a situação financeira da Câmara é calamitosa o apoio dado a este desporto específico não pode ser financeiro mas apenas em termos de apoio institucional.
É público que o rigor e a clareza são dois compromissos de consciência da rapaziada e logo que o novo regulamento esteja online, quem o ler com cuidado encontrará nas suas páginas a intenção da não circulação dos fiscais das obras na redondezas da rua onde habite algum Campeão Nacional de Todo Terreno.
Para poder beneficiar deste apoio existe um impresso próprio disponível na Câmara Municipal que tem de ser preenchido pelo co-piloto da equipa, neste caso um salgueirinho...

sábado, outubro 28, 2006

Força na tecla

No actual momento da nossa vida autárquica todos os insatisfeitos, e não são poucos, têm a responsabilidade de poderem serem factores de desgaste do poder instituído.
È certo que uma fatia significativa do eleitorado portomosense se pode classificar como rural e pouco instruída, mas é necessário sonhar com o concelho nas mãos de quem tenha carta de condução em vez de estar na mão de uns camionistas desgovernados que julgando-se os melhores condutores não vêm a mais de cinco centímetros de distância, quando o tempo está límpido.
Pelas características já referidas do nosso eleitorado, em que parte não tem hábitos de leitura, não tem internet, nunca leu um blog e fica mesmo satisfeito em conseguir no dia da festa um aperto de mão de alguém que se faz passar por importante e conhecido, é também importante que as broncas da rapaziada, e não são assim tão poucas, sejam divulgadas sempre que possível. Certamente que o executivo colaborará nesta ideia e manterá o ritmo de argoladas.
O cilício apela aos seus leitores, que sempre que seja possível, os assunto mais sensíveis e descabidos sejam fortemente divulgados nas mesas dos cafés, das colectividades e nas ruas do nosso concelho. E sem querer abusar da confiança, porque não uns prints dos textos mais desgastantes ficarem esquecidos nas mesas dos referidos estabelecimentos?
O cilício soube que alguém anda a lançar um ‘passa-sms’ de promoção ao blog e ao desgaste salgueirista. È uma excelente inovação e pode realmente chegar a muitos olhos e alertar muitas consciências. Força na tecla.

domingo, outubro 22, 2006

Blogosfera portomosense 2

Caro guarda-rios,

Em resposta ao seu post de há dias o cilício informa que não é apenas salgueiro a ser apresentado em minúsculas. Se lesse com atenção outros textos aqui publicados teria notado que também outros figurões merecem tal consideração. freitas do amaral, albino januario, louçã, vereador neves, bin laden, antonio guterres entre outros.
Segundo a gramática da língua portuguesa os nomes próprios devem ser sempre apresentados com a primeira letra maiúscula. No entanto a liberdade da blogosfera permite esta adaptação de desconsiderar quem realmente não merece a consideração do autor do blog. Chamemos a esta figura de estilo um bloguismo de depreciação.
Há no entanto um pequeno detalhe no seu post em que o autor do cilício acusa o toque. Será que os blogs portomosenses são concorrentes um dos outros? É que se o forem há leis da concorrência a cumprir...
Não os vejo nesses termos, mas antes como múltiplos veículos de partilha de opiniões. Desde a primeira hora que a todos tem dado as boas vindas.
Tal como o seu predecessor cilício, o colega guarda-rios não esconde o seu incomodo com a equipa de figurões que tomou conta o nosso concelho.
O cilício subscreve a forma sábia e quase suficiente como o guarda-rios descreveu salgueiro, de magro raciocínio e de farta esperteza.
No essencial estamos de acordo e há clientela para todos.
Contra a intelectualidade rústica, teclar, teclar.

quinta-feira, outubro 19, 2006

Num mundo perfeito... ?

“Num mundo perfeito, governado pelo Bloco de Esquerda, o aborto seria com certeza livre, o consumo de drogas feito à mesa dos cafés, os homossexuais casariam e criariam os filhos dos outros, a eutanásia viria a caminho e com certeza que a GNR, ou qualquer outra polícia, se a houvesse para além da prestação de serviços de trânsito, seriam impedida de disparar sem um requerimento à tutela. Admito mesmo que, excepcionalmente, e em caso de desobidiência a este principio, fosse permitida a pena de morte para todos os agentes que ousassem incomodar os criminosos em fuga.”
Editorial, Sábado